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CRISE FINANCEIRA - O ICEBERG EMPRESARIAL!!!

POR ANDREA ANTINORO

Crise Financeira nas Empresas não significa necessariamente problema financeiro, mas sérias dificuldades na comercialização de seus serviços e produtos.

Vou exemplificar esse entendimento trazendo para você uma figura mais popular, o ICEBERG.

Você já deve ter ouvido falar sobre Icebergs, aqueles blocos gigantes de gelos que em algum momento se desprendem das geleiras e se acomodam sutilmente no oceano.  Normalmente assentam sua grande base nas profundezas deixando apenas seu pico, como um possível sinalizador para os navegantes mais atentos.

Após 10 anos de experiência no atendimento de empresas, sinto-me muito a vontade para compartilhar esse tema, pois 100% dos empresários apresentaram grandes preocupações com seus cenários financeiros, ou seja, mais conta para pagar, menos receita para entrar e, maior esforço para o malabarismo daquele que possui o poder de decidir entre o que pagar e o que deixar para depois. Assim são embalados praticamente todos os relatos de empresários atendidos nestes longos anos. E talvez para sua surpresa, o discurso da lamentação não muda nem mesmo quando empresas atuam em setores e segmentos diferentes.

Após ouvir atentamente aflições que tiram o sono do empresário, faço apenas uma pergunta: como funciona o seu processo de vendas? E não demoro muito para confirmar que os maiores problemas daquelas empresas não estão no processo financeiro, mas no processo de comercialização ineficiente para manter a empresa no seu ponto de equilíbrio.

E assim passo a suspeitar que aquela embarcação estivesse desatenta e prestes a encontrar um Iceberg, e talvez, sem tempo suficiente para desviar sua a rota.

Mas ao falar de Iceberg, não temos como esquecer  do grande TITANIC que foi vencido diante de uma tragédia jamais esquecida no mar. Suas tentativas de ações emergentes, desconsideraram as possibilidades de prevenção - O veteraníssimo capitão britânico Edward Smith, de volta à cabine, percebeu que sua embarcação havia sido comprometida, imediatamente ordenou o envio de sinais de socorro - tanto via foguetes sinalizadores quanto mensagens de S.O.S., pelos operadores do sem-fio - e a imediata evacuação do Titanic. Edição Extra da revista Veja em 1912 – e matou não somente 1.500 pessoas à bordo, mas os sonhos e as famílias que delas dependiam.

Esse cenário não é diferente do mundo empresarial. É necessário observar rotas e condições adversas que poderão comprometer as rotas previstas. É fundamental agir de maneira planejada, mesmo quando os cenários não forem os melhores, pois em tempo, salvamos a embarcação, desaceleramos os motores, reprogramamos os equipamentos, remanejamos os passageiros, e assim, salvamos aqueles que estão á bordo, bem como, os sonhos e os familiares que dependem não somente dos tripulantes, mas de todos que embarcaram no navio chamado EMPRESA.

Não despreze as ações preventivas, não desconsidere o planejar permanentemente, não embarque na ilusão que é capaz de contornar um Iceberg, pois seus olhos certamente não alcançarão a dimensão do risco e a profundidade dos prejuízos que ele poderá causar.

REVOLUÇÃO IMPOSTOS LIVRES

Artigo 05/2013
Andréa Antionoro

Nossas ruas estão latentes!  Nossa "República" sem mentes!  

Mentes que possam revitalizar um modelo de gestão pública, de comunicação e de relacionamento com a Sociedade Civil.

Esta, por sua vez, a Sociedade Civil, como nunca antes se viu, acordou de uma dormência cultural, de uma falência moral e de uma anestesia geral. Tem mostrado sua força, sua sensibilidade e seu papel ao exigir sobre àqueles que  nas urnas, um dia cingiu, seu mais confiante voto.

Há muitos que indagam: o que é isso minha gente? Outros que gritam: Vândalos que invadem as ruas a procura de oportunismo!

Ora, será que nossa "República" não fala a mesma língua dos nossos "Republicanos Governantes"?

Na nossa "República", acreditamos que as taxas de juros podem ser contidas, a inflação pode ser mínima, as taxas de empregos podem ser crescentes, a taxa de crescimento empresarial pode ser uma vertente real, as exportações podem ser verdadeiras e os projetos de lei podem sim, ser instrumentos legislativos.

Mas nossos "Governantes Republicanos" acreditam que a Sociedade Civil não está vendo que as taxas de juros não param de crescer, a inflação nos mercados, nos postos de gasolina, nos produtos e serviços de abastecimento domestico não condizem com as informações oficiais, que as vagas de empregos não são preenchidas por falta de pré-requisito:educação básica, que as empresas estão vertiginosamente escorregando para o abismo da retração, que as exportações empacam na burocracia inusitada de sobretaxas variadas e variantes, que os projetos de lei não são instrumentos legislativos, mas instrumentos prorrogativos de aberrações partidárias.

Será que não percebem? Olhe para as ruas, nosso comercio estampa cada vez mais lojas vazias com a frase: ALUGO/VENDO. Será que querem forçar a nossa "República" a aceitar que nossa economia tem que ser resumida em gigantes públicos ou "queridinhos" que burlam os processos para gerarem índices mentirosos que mascaram nossa economia?

A SOCIEDADE CIVIL está sim, enxergando a sujeira que está sendo jogada para debaixo do tapete vermelho, ou melhor, da bandeira vermelha e por isso GRITA, PROTESTA, MANIFESTA verdades, desejos, expectativas, vontades e desabafos.

E como fica o mercado empresarial diante dessa REVOLUÇÃO PASSE LIVRE? Uma pequena parte se torna alvo de saqueadores amadores, mas a maioria esmagadora, não saiu do lugar e tem a sensação de ter dado ré, encolhido, diminuído, retraído, contudo, o vilão é o mesmo, com um requinte de profissionalismo: A CARGA TRIBUTÁRIA. A mesma, só que com os reflexos da nostalgia republicana de nossos governantes e a rebeldia de nossos representantes.

Que venha a REVOLUÇÃO IMPOSTOS LIVRES!